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terça-feira, 18 de maio de 2010
O filme EPIC 2014, que inicia a sua história em 1989, aponta acontecimentos da era tecnológica desde o surgimento do primeiro protótipo da World Wide Web. Porém, Epic não se limita a relatar factos e, a partir de 2004, especula sobre a evolução das tecnologias até 2015. O que nos mostra é um mundo cada vez mais personalizado em que as informações se adequam totalmente a cada indivíduo proporcionando-lhe, apenas, as informações que lhe interessam particularmente.
O filme “The machine is us” apresenta o potencial da linguagem e da comunicação desde que esta passou do carácter manual ao digital. Na era digital a escrita, a linguagem e a própria comunicação tornaram-se mutáveis e flexíveis. É tão fácil escrever como apagar o que se escreve. É tão fácil ler o que é escrito como ver como foi escrito. Abre-se a janela do Mundo: milhões de informações circulam, organizadas por cada um de nós, em cada click, em cada tag, em cada link. Mas até que ponto se respeita os conceitos básicos de funcionamento da sociedade? Até que ponto reflectimos quando olhamos para esta janela?
Saramago aborda o tema do espírito crítico associado à capacidade de entender o mundo e responder aos desafios que este coloca. No campo das tecnologias, que reflecte de forma repulsiva, o escritor aponta-as como uma “máquina que empurra os cidadãos” e defende que é um perigo para os valores e desenvolvimento consciente das sociedades. Consente-se o enviesando da realidade a ponto de permitir que cada indivíduo se possa isolar dentro de uma realidade própria e conduzir a sociedade ao autismo. Pois, os grupos dominantes veiculam a ideia da despolitização da tecnologia enquanto processo de manipulação do próprio senso comum.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Para a realização desta actividade o grupo seleccionou o programa SmartDraw que permite criar organogramas, diagramas e fluxogramas, calendários, diagramas de rede, cronogramas e as chamadas timelines (linhas de tempo).
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Numa sociedade recheada de tecnologia, a blogosfera assume um papel preponderante, pois governa e entrelaça várias componentes das nossas vidas, que muitas vezes são publicadas pelos próprios protagonistas. Por muito que queiramos resistir a participar neste mundo da blogosfera, a tentação e até a necessidade é enorme, pelo que damos por nós a entrar todos os dias, e várias vezes por dia, na blogosfera.
Com isto, em termos mais concretos, blogosfera define-se como um “termo coletivo que compreende todos os weblogs (ou blogs) como uma comunidade ou rede social.” (Wikipédia - "a nova 'base' de conhecimento"1). Os diários escritos à mão e em papel vêem-se agora substituídos pelos blogues, onde os seus autores escrevem e publicam textos bastante variados, mas que, certamente, têm fortes representações nas suas vidas e, por algum motivo, sentem necessidade em partilhar. A partir do momento desta publicação e consequente partilha, o Mundo pode, através de um clique, conhecer estes aspectos da vida dos “blogueiros“, bem como eles próprios. A abismal diferença da blogosfera em relação aos diários ou até a um jornal é exactamente a possibilidade de o Mundo ter acesso, pois o espaço geográfico onde cada um escreve o seu texto, em nada limita o acesso de outras pessoas. Assim, clique atrás de clique, a rede torna-se cada vez mais entrelaçada, laçando cada vez mais pessoas e, consequentemente, cada vez mais vidas, que se dão a conhecer à Terra.
1 in Paraskeva, João e Oliveira, Lia Raquel (2008) Currículo e Tecnologia Educativa, Volume . Mangualde: Edições Pedagogo
Imagem do Ben Heine - http://www.benheine.com/index.html
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Esta segunda entrada é justificada pela vontade de explicar o “parto” deste blog e, também, a razão da sua denominação. Num primeiro momento andamos a vaguear no mundo da blogosfera, partindo desde logo da ideia que poderíamos usar o servidor blogspot para realizar este trabalho, mas a verdade é que decidimos andar a “navegar” e a descobrir o que tínhamos à nossa disposição. Apesar da inúmera oferta que vai desde Google blog até ao mundo da wordpress.com, optamos pela simplicidade do blogspot. Depois das formalidades típicas, lá nasceu o nosso blog que, naturalmente, tem sofrido “actualizações”. Até porque esta é uma das vantagens das ferramentas digitais: a sua genialidade de movimentar, adicionar, colar e apagar.
Outra ideia importante neste processo de construção é a sua denominação. De início foi consensual, já que decidimos atribuir o nome em função do mestrado que estamos a frequentar. Contudo, as discussões, as leituras e as percepções que temos em torno das novas tecnologias, levou-nos a confinar a designação do blog para uma estreita relação entre a área de especialização e a finalidade da unidade curricular (UC).
Assim, a designação educar nas ciberculturas conduz a uma reflexão. E, importa pensar na Educação e nas Ciberculturas. Tendo em conta as inúmeras críticas à geração do século XXI, e muitas delas profundas e sérias, na medida em que nos deparamos perante graves problemas, assume-se como preponderante a extracção das maiores potencialidades da “world wide web” para o rumo da Educação. Não podemos negar a cultura no ciberespaço, ou seja, a expansão dos blogues, a generalidade do recurso ao Google, o fenómeno do YouTube, entre outros. E se existem graves problemas para resolver, não podemos abafá-los e "tapar os olhos", ou apenas criticar destrutivamente. Impõe-se uma necessária regeneração do caminho a seguir, focados no princípio de Educ@r com base numa axiologia de unidade, dignidade e respeito.
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terça-feira, 9 de março de 2010
Olá a todos!
Este blog tem um carácter experimental e insere-se na Unidade Curricular de Aprendizagem e Comunicação em Rede do 1ºano de Mestrado em Educação - Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Tem como objectivo a criação de um portefólio digital de grupo como suporte à aprendizagem, assim, como o desenvolvimento de uma aprendizagem colaborativa.
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